Espetáculos e Experiências


Espetáculo RECANTOS

Minas e São Paulo, café, leite e poesia! Uma junção repleta de desejos e contos, cantos e encantos tecidos com fios reluzentes da oralidade e sonoridade de um povo que reconta em seus recantos as belezas de suas terras. Unindo quatro histórias e incontáveis anseios, a CIA RÁ! de Teatro e o ator/bailarino Antônio Meira (Instituo Brincante - Antônio Nóbrega SP) o espetáculo apresenta uma Incursão pelo universo da contação de histórias, embrenhado de cores, canções e mitos o imaginário criativo a partir da arte de narrar-se e narrar o outro.















FICHA TÉCNICA

. MANÉ ROMÃO PERDEU A RIMA
Ator/bailarino: Antônio Meira
Concepção: Antônio Meira
Texto: Rafael Lorran

. DE CHAPÉU E CORAÇÃO, TRÊS HISTÓRIAS DE PAIXÃO
Concepção: Cia RÁ! de Teatro
Texto: Rafael Lorran
Elenco: Rafael Lorran e Ariã Santana 

DIREÇÃO MUSICAL DE EXECUÇÃO DA TRILHA: Thiago Martins


Fotos: Ari Taperman


De Chapéu e Coração, Três Histórias de Paixão


      O espetáculo de rua “De chapéu e Coração, Três Histórias de Paixão" apresenta através de três contos de domínio público, transcriados para uma dramaturgia em cordel, características e sensibilidades do Vale do Jequitinhonha, seus mitos, cores e canções. Os personagens inspirados no imaginário popular da região vivenciam as relações sociais e intersubjetivas marcadas pelo poder, amor, fé e ganância; conflitos da lida sertaneja relidos em verso, prosa e melodia para todas as idades e espaços. O contexto cultural retratado pela encenação toma as ruas e engendra no cotidiano a esfera espetacular presente no arsenal material, corporal e simbólico de expressão da Mineiridade.








FICHA TÉCNICA:

Texto
Rafael Lorran
Elenco
Ariã Santana e Rafael Lorran
Encenação e Concepção Geral
Ariã Santana e Rafael Lorran
Direção Musical e Execução da Trilha
Talita Gomes
Produção:
Cia RádeTeatro
Duração:
45 min



O CAIXEIRO E A FLOR

Um Cordel Musical para a Rua


        Em 2010 a Associação Cultural a Trupe de Brasília de Minas/MG, a convida e firma a parceria com os atores da Cia RÁ! deTeatro, juntos encenam o texto dramático O Caixeiro e a Flor, dramaturgia em cordel escrita pelo integrante da Companhia RÁ! deTeatro Rafael Lorran. A montagem patrocinada pelo Fundo Estadual de Cultura e apoio do BND - Banco do Nordeste estreou em Maio de 2011. 
        Itamarandiba, 1969, o fluxo de caixeiros viajantes pelas terras do Jequitinhonha demarcavam as trocas simbólicas de mercadorias, homens e suas histórias; falaciosos e habilidosos mercadores, coloriam a pacata vida do interior, com seus tecidos e novidades vindos de além-mar. Numa dessas andanças, o Caixeiro mais matreiro das bandas de Salvador apaixona-se por Flor, doce morena dos lábios rosados, dona do mais belo jardim da cidadela. Flor é filha de Dona Zê, a carrancuda viúva é proprietária da única pensão da cidade, recebe e conhece bem a laia dos caixeiros que por ali se hospedam. Por nada permitiria o amor da inocente donzela com um rapaz de tantas idas e voltas.  Embalado por canções tradicionais do Vale do Jequitinhonha e adaptações das cirandas populares da região, o espetáculo de rua O Caixeiro e a Flor reacende as sensíveis relações interioranas, a doçura das namoradeiras e o potencial vivaz do sincretismo cultural da região. 






FICHA TÉNICA

Texto
Rafael Lorran
Elenco
Ariã Santana, Rafael Lorran, Ricardo Simões e Jéssica Freires
Encenação e Concepção Geral
Associação Cultural Trupe de Brasília de Minas/ Cia Rá! deTeatro
Direção Musical 
Ciça Clair
Musicistas
Ciça Clair, Jéssica Freires e Rayanne Martins
Produção:
Ricardo Simões
Duração:
1h e 45 min

(Fora do Repertório)

          

Carcará

Fruto das pesquisas para desenvolvimento da monografia de conclusão de curso dos dois atores e pesquisadores da Companhia, a performance Carcará une as duas pesquisas numa mesma proposição cênica.  Os estudos do corpo do ator e as reflexões a cerca da Performance e oralidade resultam na construção de personagens inspirados na estética do  grotesco e baseados na figura símbolo do retirante nordestino: a águia do sertão, Carcará. Aflita em sua condição rapina encontra no corpo alternativas múltiplas para "narrar" suas façanhas de caça e sobrevivência. Porém, indignada com a dureza de sua expressão instaura o conflito físico entre o gesto e a fala, silêncios e mazelas que impossibilitam o voo e adornam suas incapacidades vitais. 







FICHA TÉCNICA
Elenco
Ariã Santana e Rafael Lorran
Encenação e Concepção Geral
Ariã Santana e Rafael Lorran
Duração
25 min




CAMARÕES DE LENÇOS

Livre Adaptação da Crônica "LIXO" de Luiz Fernando Veríssimo


      Camarões de Lenços é uma experimentação cênica resultado da disciplina de Interpretação Contemporânea, ministrada pela Professora Ms. Mírian Walderez durante a Graduação em Teatro na Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. A cena livremente adaptada da crônica "LIXO" de Luiz Fernando Veríssimo reflete a condição do indivíduo recluso em seu universo subjetivo, e que na incapacidade de desvínculo com as relações sociais, mantém nos excrementos de sua vida pessoal o contato com o mundo, e com os outros. 







FICHA TÉCNICA

Adaptação Textual
Rafael Lorran 
Elenco
Ariã Santana e Rafael Lorran
Encenação e Concepção Geral
Ariã Santana e Rafael Lorran
Técnica som e luz
Jéssica Freiras
Duração
15 min


Leve estes espetáculos até você! 

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